The brazilian bad-boys of Wall Street
Diariamente, ouve-se no Bom-dia, Brasil! muita coisa sobre a crise gerada pelos especuladores de Wall Street e sobre seus desdobramentos no mundo e no Brasil. Mas, deve-se precaver com a leitura das entrelinhas e a interpretação daquilo que mais se assemelha uma torcida contra o Brasil, como parece mostrar os textos matutinos da Rede Globo de Televisão.
Tudo sob o aval da esperta Míriam Leitão ou de um ou outro “especialista” na área, quase sempre os mesmos. Colonizados e submissos, não fazem nenhuma avaliação crítica marcante sobre o banditismo financeiro que gerou a atual crise.
Preferem fazer coro com manjados executivos das finanças, os especuladores locais, a alardear sobre a chegada da crise ao Brasil e sobre as medidas que o governo deveria tomar. Consideram sempre “insuficientes” ou “atrasadas”. Mesmo conscientes de que o pânico na bolsa de São Paulo decorre da debandada do capital especulativo, que saiu a tapar buracos financeiros em suas origens.
Mesmo sabendo que o Brasil está preparado com reservas para enfrentar os dias difíceis que se anunciam. Diferentemente de outras épocas, recentes, em que a economia do Brasil sofria interferência do FMI e era movida pelo aumento da dívida com credores internacionais.
Hoje, além de uma confortável reserva em dólares, o Brasil tem, como avalia a economista Maria da Conceição Tavares, “algumas vantagens para enfrentar a crise, entre elas a existência de três fortes bancos estatais e algumas empresas públicas de peso, salvas das privatizações desfechadas pelo governo FHC. Isso dá ao governo instrumentos para intervir no mercado”.
Leia a íntegra no Boletim H S Liberal
Nenhum comentário:
Postar um comentário