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sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Centenas de entidades são organizadas pela Cia para interferir nos assuntos internos dos países de todo o mundo.



Lista de entidades no mundo que trabalham com a CIA


Os tentáculos da Central Intelligence Agency estendem-se por todo o mundo e as entidades que utiliza como camuflagem são as mais variadas possíveis. A lista abaixo é incompleta. Mesmo assim, compreende mais de 500 agências, fundações e empresas que fazem parte da CIA ou com ela trabalham. Na área da informação e acção contra os povos e suas organizações políticas e sociais, a actuação destas entidades é multifacética, constante e muito bem financiada.


Lista de agências da CIA ou que com ela trabalham e/ou são financiadas

* A *
AALC, see Afro-American Labor Center
Acrus Technology
ADEP, see Popular Democratic Action
Advertising Center, Inc.
Aerojet General Corporation
Aero Service Corp. of Philadelphia
AFME, see American Friends of the Middle East
"African Report"
African-American Institute
Afro-American Labor Center (AALC) of
American Federation of Labor/Congress of Industrial Organization (AFL/CIO)
Agencia Orbe Latinoamericano
Agency for International Development (AID)
Agribusiness Development, Inc.
AIFLD, see American Institute for Free Labor Development
Air America Air Asia Co., Ltd.
Air Proprietary Company
All Ceylon Youth Council Movement
Alliance for Anti-totalitarian Education
America Fore Insurance Group
American Academy for Girls
American Association of the Middle East
American Chamber of Commerce
American Committee for Liberation from Bolshevism, Inc.
American Committee for the Liberation of the People of Russia
American Committee for the International Commission of Jurists
American Economic Foundation
American Federation for Fundemental Research
American Federation of Labor/Congress of Industrial Organization (AFL/CIO)
American Federation of State, County and Municipal Employees (AFSCME)
American Foundation for the Middle East
American Friends of the Middle East
American Friends of the Russian Freedom
American Friends Service Committee
American Fund for Czechoslovak Refugees
American Fund For Free Jurists
American Geographic Society
American Historical Society
American Institute for Free Labor Development (AIFLD)
American Machine & Foundry
American Mutual Insurance Company
American Newspaper Guild

quarta-feira, 9 de março de 2011

Você que pensava já ter visto tudo

Muito pior do que a ficção. O que foi denunciado no filme Sequestro Extraordinário, baseado no depoimento de um ex agente da CIA, horrorizado com o que era obrigado a fazer, ordenado pelo governo estadunidense, agora fica provado e exposto para o devido registro na História da Humanidade.

As ações terroristas do império colonizador, corruptor e demolidor da sociedade.

No filme Sequestro Extraordinario, a História contada agora se confirma.
"Extraordinary Rendition" é o termo utilizado pela CIA para designar os seqüestros de pseudossuspeitos de terrorismo fora dos Estados Unidos. Este é também o título do filme do diretor inglês Jim Threapleton.

Cenas de tortura eram ampliadas na tela e escutadas como se o espectador estivesse dentro da cela de prisão.

Manifestantes do Egito seguem exigindo mudanças e a desmantelar o aparato montado pela CIA dos EEUU em conluio com o ditador deposto. Descobrem e denunciam agora uma câmara de torturas mantida pela Cia.



segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Execução extrajudicial de seres humanos. Simples assim.

08/02/2010 - 01h02
Direitos Humanos-EUA: Suspeitos de terrorismo podem ser executados
Por William Fisher, da IPS 


Nova York, 8/2/2010 – Defensores das liberdades civis e juristas reagiram contra o que consideram como “execução deliberada de cidadãos norte-americanos distantes de toda atividade hostil, se o Poder Executivo determinar de forma unilateral que se enquadram em uma definição secreta de inimigo”. A reação foi a uma admissão do diretor de Inteligência Nacional, Dennis Blair, que pegou de surpresa a comunidade de inteligência e seus críticos. Blair reconheceu, na semana passada, em audiência no Congresso dos Estados Unidos, que pode, com aprovação do Poder Executivo, matar cidadãos norte-americanos suspeitos de terrorismo.

A União Americana de Liberdades Civis (Aclu) é uma das organizações que expressaram indignação pela falta de informação pública sobre esta política e as possibilidades de abuso que permite. “Creio que se trata de algo mais do que instigar medo, matar alguém sem precisar de nenhuma justificativa”, disse o advogado George Brent Mickum, que defendeu vários presos na base militar dos Estados Unidos em Guantânamo (Cuba).

“Matamos milhares de vítimas inocentes em uma tentativa de eliminar supostos terroristas. E não esqueçamos com quanta frequência nossos serviços de inteligência erraram sobre supostos operadores” terroristas, disse Mickum à IPS. “Meus clientes Bisher al Rawi, Jamil el-Banna, Martin Mubanga, Abu Zubaydah e Shaker Aamer foram todos acusados de terrorismo com base em dados de inteligência. Em cada um dos casos, a inteligência errou. Não tenho nenhuma esperança de que a inteligência seja melhor em relação a supostos terroristas norte-americanos”, disse o advogado.

Francis A. Boyle, professor de direito constitucional da Faculdade de Direito da Universidade de Illinois, disse à IPS que “esta execução extrajudicial de seres humanos” viola tanto o direito internacional como a Quinta Emenda da Constituição nacional. “O governo dos Estados Unidos elaborou uma lista de morte para cidadãos norte-americanos no exterior, semelhante às elaboradas pelas ditaduras latino-americanas em suas guerras sujas”, afirmou Boyle.

A comunidade defensora dos direitos humanos foi igualmente enérgica em sua reação. “A resposta mais curta é que os combatentes podem ser executados e os civis não, segundo o direito internacional. A cidadania não importa. O fato é que ser suspeito de terrorismo não significa, necessariamente, ser combatente”, afirmou Daphne Eviatar, advogada da organização Human Rights First. “A pergunta fundamental é se a pessoa executada participa diretamente de hostilidades. Do contrário, é um crime de guerra”, ressaltou.

Ao falar na Comissão de Inteligência da Câmara de Representantes, Blair reconheceu que a comunidade de inteligência toma “medidas diretas” contra os supostos terroristas. Além disso, admitiu que os funcionários antiterror podem matar cidadãos norte-americanos que participem de grupos extremistas no exterior “com permissão específica” de seus superiores. “Se pensamos que uma medida direta implicará matar um norte-americano, pedimos uma autorização específica”, afirmou Blair em resposta a uma pergunta do representante Pete Hoekstra, do opositor Partido Republicano.

As declarações de Blair foram precedidas pela publicação de um artigo no jornal The Washington Post, que afirmava que o presidente Barack Obama havia adotado a política de seu antecessor, George W. Bush, de autorizar a execução de cidadãos norte-americanos envolvidos em atividades terroristas no exterior. O artigo, que citava funcionários anônimos, afirmava que a Agência Central de Inteligência (CIA) e o Comando Conjunto de Operações Especiais têm três cidadãos norte-americanos em suas listas de pessoas que buscam capturar ou executar.

Chip Pitts, presidente do grupo de direitos humanos Bill of Rights Defence Committee, lamentou a posição do presidente. “Igual à adoção da política de detenção indefinida de Bush, adotar a política das execuções extrajudiciais seletivas é um trágico erro legal, moral e prático da administração Obama”, disse à IPS. “Mesmo para os que aceitam a legitimidade da pena de morte, isto enfraquece o estado de direito, que é nossa melhor arma contra os verdadeiros terroristas, sem subverter por completo o devido processo e os direitos constitucionais dos cidadãos norte-americanos”, disse Pitts.

Ben Wizner, advogado que trabalha para o Projeto de Segurança Nacional da Aclu, considerou “alarmante” o presidente poder autorizar o assassinato de norte-americanos no exterior, “mesmo que estejam longe das hostilidades, nunca tenham pego em armas contra os Estados Unidos e apenas sejam considerados uma ameaça não específica”.

(IPS/Envolverde)
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terça-feira, 28 de outubro de 2008

Ken Loach - 11 de setembro são dois

11 diretores foram convidados para fazer um filme sobre a queda das torres gêmeas do 11 de setembro.
Vale a pena relembrar.
Aqui a brilhante contribuição de Ken Loach.
Ele traça um paralelo com outro 11 de setembro: o de 1973 no Chile.

Sean Penn short movie - 11'09''01

Para relembrar
11 diretores foram convidados para fazer um filme sobre a queda das torres gêmeas do 11 de setembro. Aqui a bela contribuição de Sean Penn.


quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Os Capangas de Washington



La CIA, el esbirro de Washington

Desde hace varias décadas, la Agencia Central de Inteligencia de Estados Unidos (CIA) ha sido acusada de realizar una amplia gama de actividades ilegales, y hasta criminales, contra los propios estadunidenses y contra ciudadanos extranjeros, acusaciones que han sido sistemáticamente desmentidas por Washington. Sin embargo, la próxima publicación, el 25 de junio, de un archivo sobre los programas y operaciones ilícitos de la CIA deja en claro que la agencia ha sido un oscuro instrumento de la Casa Blanca para consolidar, por cualquier medio, su hegemonía mundial y minar la resistencia nacional e internacional a sus ambiciones.

Las actividades ilegales enlistadas en el archivo no dejan lugar a dudas: la CIA ha sido desde los años 50 la mano negra de Washington encargada de hacer las tareas sucias que la Casa Blanca prefiere mantener en secreto. Tal afán de incógnito se debe al carácter inaceptable y reprobable de sus acciones, contrarias al discurso de respeto a la democracia, al derecho internacional y a los principios humanitarios que los sucesivos gobiernos de Estados Unidos tanto han pregonado. Pero lo peor de todo es que la CIA sigue recurriendo a esas prácticas, a pesar de los escándalos y de la oposición que suscitan.

Entre las medidas ilícitas perpetradas por la agencia figura el secuestro de un desertor ruso, el cual tiene su paralelismo actual con los secuestros de sospechosos de terrorismo por parte de la CIA en territorios de otros países y su traslado en vuelos secretos a cárceles clandestinas en terceras naciones.

La agencia también ha intervenido las comunicaciones de connotados periodistas, lo que constituye un inequívoco atentado contra la libertad de prensa. Aunado a esto, la CIA ha espiado a los disidentes y críticos de la política oficial, como los detractores de la guerra de Vietnam y los activistas en pro de los derechos civiles de la población negra de Estados Unidos, incluido Martin Luther King. En la actualidad, la CIA, junto con otras agencias de inteligencia, forma parte del programa Echelon, de espionaje electrónico y satelital a escala internacional, y del programa Carnivore, destinado al espionaje electrónico nacional. De hecho, la decisión de la Casa Blanca de autorizar la intercepción de comunicaciones sin la necesidad de una orden judicial es un eco de los métodos empleados por la CIA.

Por otra parte, la revelación de que la agencia fraguó complots para asesinar a jefes de Estado como Fidel Castro demuestra su falta de escrúpulos para recurrir a medidas propias de una organización mafiosa, a la vez que pone de manifiesto la intolerancia de Washington hacia los gobiernos que se oponen a sus designios. Ello sin mencionar que al mismo tiempo que la Casa Blanca intentaba eliminar a personajes como el mandatario cubano, alababa y respaldaba abiertamente a dictadores tan sangrientos como el chileno Augusto Pinochet, situación que pone al descubierto la hipocresía y el cinismo de la política exterior estadunidense.

Otro suceso que llama la atención es la experimentación de drogas en seres humanos financiada por la CIA para modificar, y por ende manipular, el comportamiento de las personas: se trata de programas prohibidos incluso por las leyes de Estados Unidos, que violan los derechos humanos y los principios éticos que rigen la investigación médica.

Queda demostrado, pues, que la CIA es hoy por hoy el máximo exponente del llamado terrorismo de Estado y una de las entidades más peligrosas para la estabilidad mundial, sobre todo en el contexto actual de las guerras contra el terrorismo islámico y el narcotráfico internacional.

Do sítio Memória Viva
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