sábado, 26 de março de 2016

Mesquinharia e perversidade combinam com corrupção e falso moralismo




Perversidade extrema.   Arthur Virgílio Neto jamais reconheceu o filho. Não aceitou fazer  o DNA e usou da influência da família para impedir as ações que o filho impetrou. Deixou o filho na miséria e humilhado. Fábio Rogério, 36 anos, matou-se ontem, 25/03/2016, em Manaus.

Transcrevo aqui do Blog de Cileide Moussallem:

Filho que Arthur Virgílio Neto não reconheceu, cometeu suicídio aos 36 anos em Manaus
Por Cileide Moussallem, em 25/03/2016

Morreu hoje (23/03/2016) o filho ilegítimo de Arthur Virgílio Neto - O Prefeito de Manaus - Fábio Rogerio Trindade Vieira aos 36 anos era filho de uma ex- emprega da casa de Arthur Virgílio (pai), Ivanilde Ramos de Oliveira, onde trabalhou quando jovem e teve um caso com Arthur Neto (ex- senador e Prefeito de Manaus), e desse relacionamento nasceu Fábio.



Fábio, que nunca foi reconhecido, vivia na miséria com a família e jamais contou com a ajuda de Arthur. Não aguentou a pressão de passar fome e desgosto de nunca ter sito reconhecido pelo pai nesses 36 anos.
Tem vários processos de Fábio requerendo o reconhecimento e pedindo exame de DNA, mas jamais conseguiu, pois a influência de Arthur Virgílio fazia parar a lei em Manaus e nunca o exame foi feito.
O desprezo e a falta de amor levou hoje Fábio ao extremo e o desespero. Fábio cometeu suicídio às 4h da manhã de hoje (25). 
 Deixando cinco filhos e esposa, o mais novo com apenas dois anos, Fábio morava com a família no bairro aliança com Deus, onde o corpo foi encontrado.
Fábio me procurou e eu por diversas vezes tentei falar com o Prefeito para viabilizar uma ajuda para Fábio e sua família, porém o prefeito nunca me atendeu.
A entrevista completa concedida com exclusividade por Fábio em Setembro de 2015 será postada hoje em nosso portal.  ( https://youtu.be/m98M9Syt7MU entrevista com Fábio)

fonte: Site de Cileide Moussalem


A seguir, um ligeiro RX do hipócrita e corrupto Arthur Virgílio Neto que, entre outras características indignas é um falso moralista envolvido inclusive em corrupção de menores (ele tem queda por "carnes novas"). Na Wikipédia consta que, quando senador, AVN foi “o carrasco da CPI da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Graças a sua “dedicada” ação, o amigo e vice-governador do Amazonas, Omar Azis (PFL), escapou da Justiça. Os relatórios da CPI mostravam que ele era cliente de uma rede de prostituição envolvendo adolescentes de até 16 anos.”. Os depoimentos da CPI traziam o depoimento de uma mãe que comprovava a exploração sexual de sua filha de 14 anos. Arthur Virgílio tentou negar que também tivesse presenteado a menina com joias e dinheiro.



O CORRUPTO "Arthur Virgílio"

(do blog Desabafo Brasil)


Lista de Corruptos: Arthur Virgílio do Carmo Ribeiro Neto (nasceu dia 15 de novembro de 1945, em Manaus, Brasil) éadvogado e político brasileiro. Membro-fundador do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), hoje exerce o mandato de senador. Arthur Virgilio Neto é filho do ex-senador e líder do governo João Goulart (1961-1964) Arthur Virgilio Filho. Além disso, foi eleito duas vezes Deputado Federal (1982 e 1986) e uma vez prefeito de Manaus (1988). É atualmente um dos críticos mais ardorosos do governo do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Alguns casos do senador Arthur Virgílio:

1-  O senador e o caixa dois
" Em 1986, fui obrigado a fazer caixa dois na campanha para o governo do Amazonas. As empresas que fizeram doação não declararam as doações com medo de perseguição política." " Vamos acabar com mocinhos pré-fabricados e bandidos pré-concebidos. Neste país, o caixa um é improvável. A maioria das campanhas tem caixa dois." Sabem o senador Arthur Virgílio, do PSDB, aquele que insulta o presidente Lula, faz ameaças físicas, acha que o caixa 2 do PT é um “terrível” escândalo? Aquele que assinou nota oficial do bloco PFL/PSDB afirmando que Lula cometeu “gravíssimo” crime eleitoral?
Pois é! A revista Carta Capital (16/11/05) desengavetou entrevista dele ao Jornal do Brasil. Nela, o senador afirma que ele próprio, em 1986, usou caixa 2 e “desafiava quem não usava”. A reportagem, que tem o título de “Ilegalidade é freqüente”, trata da denúncia de que houve doações de mais de R$ 10 milhões à campanha de reeleição de FHC que não foram registradas no TSE. Ao assustado repórter ele ressaltou: “fico tranqüilo porque esse crime eleitoral já está prescrito”.
Mil faces de um tucano Que tal relembrar o dia em que o enfático senador Arthur Virgílio assumiu ter feito caixa 2 na campanha eleitoral de 1986? Maurício Dias O senador Arthur Virgílio, líder do PSDB, tem se destacado nos últimos meses como um dos mais implacáveis adversários do governo do PT e, pessoalmente, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que, por sinal, tem recebido dele insultos verbais e ameaças físicas, desferidas da tribuna do Senado brasileiro.
Virgílio, viripotente, soma à valentia de carateca praticante um discurso em defesa da ética absoluta no exercício da política. Tem dito com ênfase, por exemplo, que não admite o uso de "dinheiro não contabilizado" em campanhas eleitorais. Por isso, acusa Lula de promover um "escandaloso esquema de corrupção no País". Rigoroso e inarredável na suposta defesa dos melhores princípios, ele assinou, há poucas semanas, a nota oficial do bloco PFL/PSDB, na qual Lula é acusado ter justificado "gravíssimo crime eleitoral" e de ter criado uma "cínica versão" – a do caixa 2 – para o dinheiro esparramado por Marcos Valério nas campanhas eleitorais do Partido dos Trabalhadores e aliados nas eleições de 2002 e 2004. A nota tucano-pefelista referia-se à entrevista que Lula deu, em Paris, quando sustentou que "o PT fez, do ponto de vista eleitoral, o que é feito no Brasil sistematicamente" e provocou uma chuva cínica de relâmpagos e trovoadas. Não se sabe se a valentia do senador Arthur Virgílio já foi posta à prova por algum outro valentão.
Mas o rigor ético que ele enverga agora não fica de pé um segundo diante das declarações que ele deu ao Jornal do Brasil. Publicadas na página 9, da edição do dia 19 de novembro de 2000, elas nocauteiam a ética que o senador ostenta agora. "Em 1986, fui obrigado a fazer caixa 2 na campanha para o governo do Amazonas. As empresas que fizeram doação não declararam as doações com medo de perseguição política", disse ele, em matéria assinada por Valdeci Rodrigues.
O repórter anotou, após essa afirmação, que o então deputado "ficou tranqüilo porque esse crime eleitoral que cometeu já está prescrito". A reportagem, que tem o título de "Ilegalidade é freqüente", trata da denúncia de que houve doações de mais de R$ 10 milhões à campanha de reeleição de Fernando Henrique Cardoso que não foram registradas no Tribunal Superior Eleitoral. "Vamos acabar com mocinhos pré-fabricados e bandidos pré-concebidos. Neste país, o caixa 1 é improvável.
A maioria das campanhas tem caixa 2", declarou Virgílio, em 2000, como se fosse o inspirador do que Lula diria cinco anos depois. Quando se trata da existência de caixa 2 nas campanhas eleitorais no Brasil, parece que o filme a que se assiste é um velho clássico reprisado de quatro em quatro anos. As declarações de Virgílio sugeriram o seguinte comentário do procurador da República Guilherme Schelb, também publicadas pelo Jornal do Brasil: "Quando buscam a defesa atacando os outros, estão reconhecendo que também adotam a mesma prática". Deve-se, no entanto, elogiar a coerência de Arthur Virgílio. Ele é sempre enfático. Tanto agora, como senador, quando critica a existência de caixa 2, quanto em 2000, como deputado, quando defendia a existência dela. Não será, no entanto, por ter usado caixa 2 (na era pré-delubiana) que se pode acusar o tucano de ser um corrupto. O político que não concordar com isso que atire a primeira pedra.
Jornal do Brasil de 19/11/2000
2- O filho do senador

O filho do senador Arthur Virgílio, deputado estadual do Amazonas, o Arthur Bisneto, pediu ao seu motorista para parar o carro na Praça da Matriz de Eusébio, cidade da Região Metropolitana de Fortaleza, e perguntou a duas adolescentes onde ficava o Cabaré da Tia Bete. As jovens não sabiam informar e, em agradecimento à atenção dispensada, o filho do senador e líder do PSDB no Senado Federal, Arthur Virgílio Neto, baixou o conjunto calças e cueca e mostrou o pênis às cearenses.
Achando pouco o que havia feito, Bisneto solicitou ao profissional do volante para retornar à Praça da Matriz e, sob olhares atônitos generalizados, inclusive de um amigo que o acompanhava na busca ao Cabaré, o nobre Deputado desceu do veículo, empunhou o membro flácido e urinou diante de um casal, acariciou o cabelo da mulher e ameaçou seu namorado, dela, com uma garrafa.
Ainda não terminou: Não bastasse o atentado em praça pública, ao ser levada ao xilindró novamente abaixou as calças para delegada Penélope Malveira Góes que o mandou subir novamente. Bisneto reagiu à solicitação da autoridade com palavrões e a eterna ameaça contra quem não sabia com quem estava falando.
E foi mais longe, ao dizer que o relógio do seu pulso daria para comprar os policiais, as viaturas e a própria Delegada. Esses canalhas acham que estão acima de tudo, fazem e acontecem. Inclusive de bater na autoridade maior do país. Segue reportagens dos fatos: Preso: o deputado estadual Arthur Virgílio Bisneto (PSDB-AM) por atos obscenos e desacato à autoridade.
Filho do senador Arthur Virgílio Neto (PSDB-AM), o deputado foi acusado de mostrar as nádegas. Levado à delegacia, repetiu o ato. Foi solto depois de ser submetido a um exame de teor alcoólico, que atestou embriaguez. Dia 5, em Eusébio, Ceará.
Exibicionismo De férias e de porre, o deputado estadual Arthur Virgílio do Carmo (AM), 25 anos, foi preso em Eusébio, perto de Fortaleza: nu, exibiu o pênis para três mulheres. Uma delas, a delegada. É filho do senador tucano Arthur Virgílio.
Arthur Bisneto, filho do senador Arthur Virgílio (PSDB), derrotado na disputa pela prefeitura de Manaus, veio desaguar mágoas no Eusébio, onde bebeu, brigou e até mostrou bumbum para acabar preso. O povo de Manaus foi sábio.
Filho do senador Arthur Virgílio Neto (PSDB-AM), o deputado estadual Arthur Virgílio Bisneto (PSDB-AM) foi preso na noite de anteontem no Ceará por atos obscenos e desacato a autoridade.
3 - Preferências do senador
O senador amazonense Arthur Virgílio é um homem que se confessa atraído pelo submundo. Virgílio é um alegre freqüentador de bordéis e tem queda por "carnes novas". O líder do PSDB foi o carrasco da CPI da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Graças a sua dedicada ( e desesperada ) atuação, o vice-governador do Amazonas, Omar Aziz (PFL), escapou da Justiça. Os relatórios da comissão mostravam que Aziz era também cliente de uma rede de prostituição envolvendo adolescentes de até 16 anos. Em Manaus, o comparsa de Virgílio participava de um esquema de aliciamento de menores com a conhecida cafetina Cris. Os depoimentos da CPI traziam o depoimento de uma mãe que comprovava a exploração sexual de sua filha de 14 anos. Na época, Virgílio tentou negar que também tivesse presenteado a menina com jóias e dinheiro.

Informações no artigo As Bravatas do Senador Virgílio, de Altamiro Borges http://www.vermelho.org.br/coluna.php?id_coluna_texto=1282&id_coluna8





segunda-feira, 21 de março de 2016

ESCÁRNIO


A Justiça no Brasil acoberta os poderosos, deixa de cumprir o seu papel de moderador e protetor dos mais fracos,  persegue os que lutam por justiça. O caso de furnas, por exemplo, amplamente documentado, está na gaveta do Procurador há anos, aguardando a prescrição, o esquecimento.
Há uma lista dos escândalos engavetados. São os que envolvem os tucanos e outros setores do poder econômico. São muito s escândalos, incluindo a sonegação criminosa, acobertados pela impunidade dos amigos do poder. As investigações são politizadas e focam apenas em uma direção.
O mais surreal de todos, no entanto, é o caso do "helicoca", o helicoptero flagrado com 500 quilos (1/2 tonelada) de cocaína, flagrado pela PF e depois escondido, engavetado. Veja abaixo o documentário "Helicoca" e infográficos que ilustram as distorções em outros casos.

Promiscuidade nos meios policial e judicial em Minas é quase inacreditável.

A fatia do PSDB era 70% . Dilma desmanchou o esquemão.
O juiz Moro faz parte do esquema.

Onde está o PT? Por essa razão é que está engavetada
Justiça submetida aos poderosos. Mar de dinheiro, jamais apurados
crime de sonegação


Então, que fique claro quem realmente quer acabar com a corrupção no Brasil
Não resta dúvida. Está em curso um Golpe de Estado para a tomada de poder pelas forças mais retrógradas do País. Patrocinadas pela força do dinheiro e dos interesses estrangeiros, que tentam colocar o Brasil de joelhos, inconformados com o protagonismo e independência conquistados de 13 anos pra cá, nos Governos Lula e Dilma.

 

ASSISTA O DOCUMENTÁRIO

HELICOCA - O HELICÓPTERO DE 50 MILHÕES DE DÓLARES



O Policial Civil Lucas Arcanjo vem denunciando há muitos anos a máfia de Minas. Máfia de corrupção e narcotráfico. Ele já apresentou provas, entregou para a corregedoria, fez vários vídeos denúncias, deu entrevistas para blogs, sofreu 4 atentados. Denuncia o caso helicoca e, ainda, um misterioso assassinato nas terras de Aécio.
Ele desafia: por que não me processam? Porque eu tenho provas do que eu falo.

LEIA MAIS sobre o caso helicoca:
- http://www.diariodocentrodomundo.com.br/justica-determina-retirada-de-materias-do-dcm-sobre-o-caso-do-helicoptero-dos-perrellas/
- http://www.diariodocentrodomundo.com.br/exclusivo-o-caso-do-sumico-do-diario-de-bordo-do-helicoca-o-helicoptero-dos-perrellas/ 

Alguns links para denúncias de Lucas Arcanjo:
https://www.youtube.com/watch?v=PhhQ3kEnp2I
https://www.youtube.com/watch?v=WaE6Bvsbh4c
http://us.twitcasting.tv/f:100000291973951/movie/110796707
-- 

"TODOS SOLTOS" (Dilma Roussef)

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quarta-feira, 16 de março de 2016

A Velha Forma das Mentiras Midiáticas

A mídia em geral, no mundo e aqui principalmente - pela concentração escandalosa da propriedade nas concessões - é defensora do poder financeiro dominante.
A gravidade da situação no Brasil é a absoluta falta de regulação dessa mídia. Caluniam, fazem propaganda partidária, mentem, deturpam e destroem reputações sem nenhum escrúpulo. E nada se pode fazer se o próprio judiciário é refém dessa impunidade.
Ou o Brasil Democratiza a Mídia, ou a mídia acaba com o Brasil, entrega ao estrangeiro e joga a população na rua da amargura.
A classe média, reacionária, acha que vai lucrar com isso. Coitada, vai acordar na classe C ou D.
Recomendamos a leitura do texto publicado no Observatório de Imprensa:

Jornal Nacional e a manipulação de contextos nas notícias, 
por Carlos Castilho , qua, 16/03/2016, no Observatório de Imprensa
Do Observatório da Imprensa

Por Carlos Castilho
Se há um veículo de comunicação na imprensa brasileira que costuma levar a manipulação da informação ao seu estágio mais sofisticado, este é o principal telejornal de Rede Globo de Televisão. Há muito tempo que o JN reduziu a prioridade pela notícia para enfatizar programas e eventos envolvendo interesses comerciais da empresa , bem como o proselitismo aberto em favor das causas político-financeiras apoiadas pelas Organizações Globo.
No terreno comercial a emissora dedica cada vez mais espaço em seus noticiários para promover novelas, shows musicais, eventos esportivos e iniciativas de seu interesse direto. O espaço para informações sobre problemas comunitários e formas de resolvê-los está sendo substituído por preocupações comerciais da empresa, travestidas de notícia jornalística.
A emissora é suficientemente hábil e inteligente para perceber que é necessário dar atenção aos problemas sociais das comunidades para não perder mais audiência. A questão é que ela trata temas como saúde, moradia, corrupção, segurança e desemprego sob o viés político em vez de buscar o engajamento de seus repórteres e editores com a prática do chamado jornalismo de soluções, onde os profissionais participam da busca de alternativas em vez de se limitarem à pratica das reportagens declaratórias, estilo “ele disse, ela disse”.
Mas é no terreno político que o contexto torna-se mais importante na análise do noticiário “Global”. Um jurista interessado em abrir um processo judicial contra a Globo terá muita dificuldade para enquadrar a emissora nas leis vigentes porque a maior rede de televisão do país tem a necessária expertise para contornar os dispositivos legais.
O que a Globo sabe fazer magistralmente é manipular contextos, como por exemplo, a alocação de tempos para acusação e defesa. Uma denúncia feita por algum delator no processo Lava Jato recebe um detalhamento que toma vários minutos enquanto a defesa merece rápidas e burocráticas menções do tipo “todas as doações foram registradas de acordo com a lei eleitoral”, “não comentamos inquéritos em andamento”, ou “ainda não tivemos acesso aos autos do processo”, sem falar no lacônico “não conseguimos contato com,,,,”.
Discutir a legalidade de tal processo é chover no molhado porque a emissora sempre vai alegar que seguiu o preceito jornalístico da consulta à parte atacada ou agredida. A questão é a diferença de tempo e detalhamento. Na maioria dos casos de divulgação de denúncias por delação premiada não houve da parte dos telejornais da TV Globo a preocupação em apresentar de forma detalhada os argumentos da outra parte. Assim, o telespectador acabou sempre ficando sob o efeito do impacto da denúncia, mesmo aqueles que não acreditaram nela.
Na atual batalha da informação a propósito da continuidade ou não de Dilma Rousseff na Presidência da República, os fatos e dados perderam importância em favor da forma como cada parte os inseriu num contexto que lhe é favorável. A cultura tradicional do jornalismo enfatiza a veracidade e exatidão de fatos e dados, mas ainda não desenvolveu o mesmo grau de especificidade e detalhamento em relação aos procedimentos editoriais sobre como contextualizar corretamente uma noticia. Um dado não existe fora de um contexto. Ele pode ser exato mas manipulado conforme a imagem do copo meio cheio ou meio vazio.
(continue a leitura)

BRASIL NUNCA MAIS

BRASIL NUNCA MAIS
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