terça-feira, 16 de setembro de 2008

11 de setembro depois de sete anos


A autoria do 11 de setembro torna-se, a cada dia, mais evidente. Basta seguir a sujeira das pegadas.

O artigo de Farhat conta um pouco mais . Quem ainda acredita na versão oficial, é porque só lê os "vendidos".


Já lá se vão sete anos desde os atentados e, apesar de não existirem provas concludentes, uma enquete entre árabes dirá: "Foram eles, do início ao fim"!

José Farhat*


A opinião corrente, no Mundo Árabe, é que o atentado contra as Torres Gêmeas, o Pentágono e um terceiro possível que se fracassou, em 11 de Setembro de 2001, foi cometido por estadunidenses e israelenses. Todos os árabes com os quais conversei durante minhas passagens por lá ou através de contatos à distância, e falo com muitos, têm plena convicção disto. Também de que o atentado contra o falecido ex-presidente do Conselho de Ministros libanês, Rafiq Al-Hariri (1944-2005), foi obra deles. A respeito deste último, discutindo com um interlocutor israelense, concluímos que a CIA seria muito incompetente e confiou ao Mossad a tarefa de eliminar o reconstrutor de Beirute, num atentado perfeito.


Já lá se vão sete anos desde os atentados em Nova Iorque e Washington e, apesar de não existirem provas concludentes, uma enquete entre árabes que estiverem jogando gamão ou papeando em cafés de qualquer cidade ou vilarejo das arábias, ansiosamente aguardando a hora do desjejum deste Ramadã, resultará na resposta de sempre: "Foram eles, do início ao fim"!


Leia o artigo completo, vale a pena acompanhar.
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quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Nos EUA, se prende jornalistas. E a imprensa cala

Deputada venezuelana desafia SIP a denunciar prisões nos EUA



'O povo norte-americano está completamente desinformado', declarou na última sexta-feira (5) a jornalista e deputada Desireé Santos Amaral, em relação à detenção de mais de 800 pessoas durante a Convenção Republicana nos Estados Unidos, entre elas vários jornalistas.


Isto 'demonstra a verdade do que acontece nos Estados Unidos, um país que existe um verdadeiro controle, uma verdadeira ditadura”, referindo-se a detenção da jornalista Amy Goodman, que protestou contra a detenção de outros 2 colegas.


Desireé desafiou a Sociedade Interamericana de Prensa (SIP) e a organização francesa Repórteres Sem Fronteiras — financiada pelos Estados Unidos — a denunciar. 'Que vejam o que está acontecendo nos Estados Unidos e que todo o mundo veja como se cozinham as favas nesse país, dominado por grandes meios de comunicação'.Mais de 800 detidos.


A detenção de Amy Goodman, Sharif Andel Kouddous e Nicole Salazar pela polícia aconteceu na última segunda-feira (1.°/9), enquanto cobriam uma manifestação no centro de Minneapolis, cidade onde foi realizada a Convenção do Partido Republicano.

A prisão ocorreu quando Goodman intentava impedir a detenção ilegal de dois integrantes de sua equipe, Sharif Abdel Kouddous e Nicole Salazar. A polícia deteve durante a Convenção Nacional Republicana 818 pessoas, segundo reportagens divulgadas na mídia americana.


Ouça o áudio no programa de Chávez.

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Com a república no Colo

Nova postagem no HSLiberal. Vai lá.

O Jogo de Ingrid Betancourt


Boa análise da situação na Colômbia. Bom para quem quer entender o que acontece.

La frasecita Perversa de Ingrid y la guerra conceptual que sustenta el horror
Por Azalea Robles

Después de la gran operación militaro-mediática “Jaque”, basada en una clara violación al Derecho internacional humanitario por el abuso de los emblemas de la Cruz Roja, hemos tenido la oportunidad de oír a Ingrid Betancourt en múltiples escenarios nacionales e internacionales; siendo ella la co-impulsora de la manifestación en París y el mundo en apoyo y legitimación a Uribe (20 de julio), que según ella “ha sido un muy buen presidente”. Ingrid ha apoyado la reelección de Uribe, bien que se sepa que esta es ilegítima, pues fue basada en un delito de cohecho (además de la coacción militar-paramilitar ejercida sobre miles de votantes, mediante las masacres y amenazas).

Leia aqui a íntegra do artigo
ou
Aqui

Rock & Roll


Papai, com as atividades políticas e sindicais, vinha sempre à Brasília. Um ou dois dias, às vezes menos. Era sempre muito bom estar com ele. Carinhoso com as netinhas, brincalhão. Elas curtiam a visita. Íamos a bons restaurantes, coisa que ele nos ensinou a apreciar. Onde pudéssemos comer uma boa paella ou uma carne de caça.

Algumas vezes eu o acompanhei ao Congresso Nacional, para reuniões com as lideranças ou algum outro assunto.

Naquela época eu militava em partidos trotskistas. Ele, sempre PCB. Hoje vejo o quanto ele era paciente e tolerante com as minhas intolerâncias. Pacientemente, ele argumentava comigo sobre os assuntos nos quais tínhamos discordância.

Em uma das suas vindas a Brasília, nas movimentações pela democratização do país, ele me deu o compacto de Gonzaguinha, com a música Comportamento Geral. De arrepiar.

Papai tinha bom gosto. Ele e mamãe tinham uma coleção de discos da MPB, desde os anos 60. Além dos livros que nos presenteavam, eles nos apresentaram o melhor da música. Me veio à lembrança que um dos discos que me apaixonou, entre o Chico – tinham tudo dele -, Dorival, Gilberto Gil e Noel, foi uma banda de rock and roll. Era a lendária Bill Harley e Seus Cometas, de Rock Around the Clock. Toquei sem trégua na minha radiolinha. Preciso lembrar de perguntar à mamãe sobre como descobriram (ela e papai) o Rock and Roll.

Leila

Papai faria hoje, 5 de setembro, 81 anos. Aqui, a música do grande Gonzaguinha, como uma pequena homenagem. Emocionante. Daniel, filho de Gonzaguinha, canta com ele em imagem. E, de quebra, um show do “Bill Harley and His Comets” . Os vídeos geralmente custam um pouco a abrir. Dá um "pause" e deixa carregar um pouco.





Publicado originalmente em Blog do Raimundo Jinkings

terça-feira, 2 de setembro de 2008

O sofrimento do Mestre

García Márquez 'sofre como um cão' com qualidade da imprensa atual

Da Redação


Vencedor do Prêmio Nobel de Literatura em 1982, o jornalista e escritor Gabriel García Márquez afirmou “sofrer como um cão” por causa da má qualidade da imprensa escrita atual. Antes da abertura do VI Seminário Internacional Sobre a Busca da Qualidade Jornalística, em Monterrey, no México, “Gabo” afirmou que leva o jornalismo na alma e que lê vários jornais diariamente. “Cada manhã é um desastre, sofro como um cão”.

O autor do premiado “Cem anos de solidão” criticou a falta de tempo que os jornalistas dispõem hoje para pensar no que escrevem.

"Não lhes dão tempo. Fecham os jornais às 18h, quando deviam fechá-los às 21h. Foi sempre assim, mas antes havia uma vantagem: o jornal era mais difícil de fazer e as máquinas nunca funcionavam bem, o que nos dava tempo para pensar um bocadinho".

Comentando sobre os diferentes tipos de mídia, García Márquez comenta que, apesar de ter de competir com rádio e TV, a imprensa escrita tem uma grande vantagem sobre o meio eletrônico.

“Escrever sai da alma. Os outros meios são aparelhos, são máquinas”.

(*) Com informações de agências internacionais.

Sempre Raulzito


Pedro (Raul Seixas)

Ouvidoria na Empresa Brasil de Comunicação EBC

Ilustração da revista do FNDC

Laurindo Leal Filho é indicado para a ouvidoria da EBC

A direção da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) divulgou, na semana passada, a indicação do jornalista e professor universitário Laurindo Leal Filho como ouvidor-geral da empresa que, entre outros veículos, controla a TV Brasil. Ele ocupará a função por dois anos, com possibilidade de renovação por igual período. Com a nova função, Laurindo Leal Filho, o Lalo, terá 15 minutos por semana na programação dos veículos de radiodifusão da EBC para prestar contas de suas atividades. E contará com o auxílio de três ouvidores-adjuntos de sua própria indicação para colaborar nos trabalhos relativos à TV Brasil, o sistema de rádio e a Agência Brasil.Entre as funções de Lalo e sua equipe estão as de receber as críticas e sugestões dos telespectadores, ouvintes e internautas dos canais da empresa e a confecção de boletins bimestrais para os integrantes do Conselho Curador da EBC.

Do sítio da FENAJ
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domingo, 31 de agosto de 2008

Não se pode jogar a tortura debaixo do tapete

As Forças Armadas não têm nenhum motivo, ao contrário, para se identificarem à tragédia da tortura. Para bem cumprir suas funções constitucionais podem se guiar por militares e brasileiros exemplares, como o Marechal Rondon, o Marechal Henrique Lott ou o capitão Sérgio Macaco.

Antônio Augusto

As reações de militares ao atacar o debate sobre a tortura praticada durante a ditadura não estão em sintonia com o regime democrático vigente no país nem com o sentimento do povo brasileiro.Após afirmar ao sair de ato no Clube Militar, no último dia 7, que “o único erro foi torturar e não matar”, além de agredir manifestantes com palavrões, o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), na sessão da Câmara no dia 12, voltou a cometer xingamentos e ofensas, contra ministros do governo Lula.

O fato irritou o presidente da sessão, deputado José Inocêncio (PR-PE), a ponto dele determinar ao Serviço de Taquigrafia o corte das indevidas expressões proferidas pelo defensor da tortura e do assassinato. O deputado Bolsonaro responderá a processo regimental e poderá perder o mandato pela permanente quebra do decoro parlamentar.

Nota conjunta dos clubes Militar, Naval e da Aeronáutica, classificou como “imoral e fora de propósito” a iniciativa dos titulares da Secretaria Especial de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, e da Justiça, Tarso Genro, de defender o direito à memória e à verdade, bem como a apuração de responsabilidade de torturadores, pois, enfatizaram os ministros, a tortura é crime de lesa-humanidade e imprescritível.

A mídia dominante de direita procurou desinformar a população. Embora ambos os ministros sublinhassem não estar em jogo a revisão da Lei de Anistia, de 1979, o assunto assim foi apresentado. O Globo, por exemplo, se superou, chegou a apontar os insatisfeitos com a discussão sobre a tortura como os grandes defensores da anistia.


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BRASIL NUNCA MAIS

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