quarta-feira, 23 de setembro de 2015
sábado, 25 de abril de 2015
E o Mistério Continua
O Mistério Continua (Leila Jinkings)Porque o Governo não usa suas prerrogativas de chamar rede de televisão? Por que?!
Até os opositores sabem da importância e do impacto positivo que teria a Comunicação do Governo Federal com a sociedade. Leia/assista o que dizem cientistas políticos na Rede GLOBO:
(Debate sobre Reforma Politica na Globo News, programa de Miriam Leitão, com Alberto de Almeida, cientista politico, e Jairo Nicolau, cientista político UFRJ)
Pergunta Miriam, aos 20 minutos e 25 segundos, do porque de tanta impopularidade da Presidenta. Responde Alberto de Almeida: “Há vários fatores que juntos levaram a isto: a mídia muito negativa sobre corrupção, que caem sobre o governo federal; a economia em desaquecimento e o terceiro a imensa dificuldade do governo em se comunicar com a sociedade. E algo comum de qualquer governo, nos estados unidos eles são craques nisso... O governo vai permanentemente, na figura do Presidente – semanalmente, duas, três vezes na semana - à televisão. Para explicar o que está realizando, criar uma narrativa para o governo, defender o ponto de vista do governo à população. O simbolismo e a Comunicação são muito importantes. Então um lado conta a sua história e o outro conta a sua história. O governo não conta a história dele .”
Exibido em 23 de abril de 2015
http://globosatplay.globo.com/globonews/v/4131911/
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quinta-feira, 16 de abril de 2015
sábado, 7 de fevereiro de 2015
QUO TENDIMUS?
Veja só, arrumando os arquivos, dei com este artigo de
Santayana - infelizmente - muito atual. A direita está aí, sempre à espreita. A
mídia também, sempre pelas sombras.
Vamos repetir a história? Meditemos, pois.
A sombra dos anos 30
por Mauro Santayana
O século passado teve como eixo a década de 30. Ela se
iniciou com a crise econômica mundial, que estas últimas horas de angústia nos
mercados financeiros fazem lembrar, e se fechou com a consequência prevista
pelos céticos: o início da Segunda Guerra Mundial. Foram os anos do grande
confronto entre a esquerda e a direita, com contradições, idas e vindas,
ilusões e tragédias, que os livros registram. Em suma, sinistras lições aos
homens, que devem ser meditadas, para que o mundo não volte a ser encharcado de
sangue.
Naqueles anos e meses da República de Weimar, mais do que em
outras épocas históricas, as distorções da linguagem serviram para confundir e
desorientar os homens. A esquerda buscava construir, na antiga Rússia, uma
sociedade socialista. Hitler começou filiando-se a um pequeno partido de
trabalhadores, que ele dominaria e o ampliaria no Partido Nacional-Socialista
dos Trabalhadores Alemães. Os comunistas e socialistas alemães menosprezaram
aquele grupo de bêbados, que se vestiam militarmente e brandiam slogans
primários. “A Alemanha não é a Itália”, declarou, confiante, aos que temiam o
totalitarismo no país, Ernst Thälmann, o lendário dirigente do Partido
Comunista Alemão, depois de ter sido derrotado nas eleições presidenciais de
1932, por Hindemburg, enquanto Hitler ascendia à chefia do governo, à frente da
coligação de direita, graças ao apoio dos católicos. Em março de 1933, poucas
semanas depois, Thälmann seria metido no campo de concentração de Buchenwald,
onde foi executado em agosto de 1944.
Os democratas e as organizações de esquerda não souberam
unir-se, ali, para a resistência — o que reclamava a construção de uma ideia
forte de centro político a fim de impedir, a tempo, a ascensão dos nazistas.
Não souberam unir-se ali, nem em outras nações. O caso mais dramático, fora da
Alemanha, foi o da Espanha. Como anotou Salvador de Madariaga, de resto um
homem rigorosamente de centro, o malogro da República Espanhola foi o malogro
do centro político.
Ao crescer o radicalismo tanto na direita quanto na
esquerda, não houve espaço para a moderação do centro. Mais poderosa — com a
ajuda dos fascistas italianos e dos nazistas, e a total adesão da hierarquia da
Igreja Católica — a direita esmagou a República, depois de quase três anos de
conflito. De nada valeu a pouca ajuda soviética que conseguia chegar ao país —
nem a presença simbólica dos corajosos intelectuais que formaram as Brigadas
Internacionais.
Madariaga tinha razão: se tivesse havido o entendimento
entre os partidos de esquerda, que mal se acomodavam na Frente Popular, e,
depois, com as forças de centro, não haveria clima para a insurreição dos
generais Sanjurjo, Mola, Queipo de Llano e Francisco Franco. Madariaga foi
rigorosamente de centro no eclodir do conflito: como embaixador da República,
não tomou partido na guerra, mas se tornou vigoroso opositor da ditadura
franquista, e só voltou à Espanha em 1976, depois da morte do ditador.
Menosprezar a direita tem sido, mais do que erro de
percepção política, ilusão criminosa. Na mesma Espanha, quando o governo
dispunha de informes seguros da conspiração em marcha, o então chefe do
governo, Casares Quiroga, recebeu a advertência do serviço secreto republicano
com um muxoxo: “Se eles se levantam, eu vou me deitar”. Em 1964 — recordam-se?
— as esquerdas, também divididas em nosso país, percorreram as mesmas sendas da
ilusão. Não só é vezo da esquerda subestimar as forças adversárias, mas também
assustá-las, com os espantalhos da insurreição. Em seu favor milita realmente a
ilusão. As Ligas Camponesas, armadas de fé e de espingardas cartucheiras,
cresciam seu ilusório poder, diante da classe média em pânico. O mito de Che
Guevara empolgava os jovens, da mesma maneira que a invencibilidade cubana, na
Bahia dos Porcos, atiçava os ânimos bélicos de muitos de nós, os que vivemos aquele
tempo.
Esse excurso ao passado não é por acaso. Estamos em tempo
muito parecido aos anos 30. Nos Estados Unidos, um governo que tenta chegar ao
centro, o de Obama, é acossado pelo Tea Party e pelos velhos texanos, que
sempre estiveram na linha de frente do obscurantismo. Basta recordar que foi em
Dallas que a direita eliminou Kennedy, ainda que o jovem presidente, como a
história nos mostra, não fosse exatamente um liberal de esquerda. Do Texas
vieram Bush pai e Bush filho, e os republicanos agora ameaçam buscar em Rick
Perry, seu atual governador, e raivoso direitista, o oponente a Obama nas
eleições vindouras.
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domingo, 11 de janeiro de 2015
Fora Coronéis
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sexta-feira, 21 de novembro de 2014
Nunca se roubou tão pouco
Recebi de Raul Longo: "O POUSO DO TUCANO: Empresário assumidamente tucano e que votou contra a reeleição de Dilma confessa pela tucana Folha de São Paulo que enfim Brasil encontra pouso seguro."
Nunca se roubou tão pouco , por Ricardo Semler
A turma global que monitora a corrupção estima que 0,8% do PIB brasileiro é roubado. Esse número já foi de 3,1%, e estimam ter sido na casa de 5% há poucas décadas. O roubo está caindo, mas como a represa da Cantareira, em São Paulo, está a desnudar o volume barrento.
Nunca se roubou tão pouco , por Ricardo Semler
Não sendo petista, e sim tucano, sinto-me à vontade para constatar que essa onda de prisões de executivos é um passo histórico para este país
Nossa empresa deixou de vender equipamentos para a Petrobras nos anos 70. Era impossível vender diretamente sem propina. Tentamos de novo nos anos 80, 90 e até recentemente. Em 40 anos de persistentes tentativas, nada feito.
Não há no mundo dos negócios quem não saiba disso. Nem qualquer um dos 86 mil honrados funcionários que nada ganham com a bandalheira da cúpula.
Os porcentuais caíram, foi só isso que mudou. Até em Paris sabia-se dos "cochons des dix pour cent", os porquinhos que cobravam 10% por fora sobre a totalidade de importação de barris de petróleo em décadas passadas.
Agora tem gente fazendo passeata pela volta dos militares ao poder e uma elite escandalizada com os desvios na Petrobras. Santa hipocrisia. Onde estavam os envergonhados do país nas décadas em que houve evasão de R$ 1 trilhão --cem vezes mais do que o caso Petrobras-- pelos empresários?
Virou moda fugir disso tudo para Miami, mas é justamente a turma de Miami que compra lá com dinheiro sonegado daqui. Que fingimento é esse?
Vejo as pessoas vociferarem contra os nordestinos que garantiram a vitória da presidente Dilma Rousseff. Garantir renda para quem sempre foi preterido no desenvolvimento deveria ser motivo de princípio e de orgulho para um bom brasileiro. Tanto faz o partido.
Não sendo petista, e sim tucano, com ficha orgulhosamente assinada por Franco Montoro, Mário Covas, José Serra e FHC, sinto-me à vontade para constatar que essa onda de prisões de executivos é um passo histórico para este país.
É ingênuo quem acha que poderia ter acontecido com qualquer presidente. Com bandalheiras vastamente maiores, nunca a Polícia Federal teria tido autonomia para prender corruptos cujos tentáculos levam ao próprio governo.
Votei pelo fim de um longo ciclo do PT, porque Dilma e o partido dela enfiaram os pés pelas mãos em termos de postura, aceite do sistema corrupto e políticas econômicas.
Mas Dilma agora lidera a todos nós, e preside o país num momento de muito orgulho e esperança. Deixemos de ser hipócritas e reconheçamos que estamos a andar à frente, e velozmente, neste quesito.
A coisa não para na Petrobras. Há dezenas de outras estatais com esqueletos parecidos no armário. É raro ganhar uma concessão ou construir uma estrada sem os tentáculos sórdidos das empresas bandidas.
O que muitos não sabem é que é igualmente difícil vender para muitas montadoras e incontáveis multinacionais sem antes dar propina para o diretor de compras.
É lógico que a defesa desses executivos presos vão entrar novamente com habeas corpus, vários deles serão soltos, mas o susto e o passo à frente está dado. Daqui não se volta atrás como país.
A turma global que monitora a corrupção estima que 0,8% do PIB brasileiro é roubado. Esse número já foi de 3,1%, e estimam ter sido na casa de 5% há poucas décadas. O roubo está caindo, mas como a represa da Cantareira, em São Paulo, está a desnudar o volume barrento.
Boa parte sempre foi gasta com os partidos que se alugam por dinheiro vivo, e votos que são comprados no Congresso há décadas. E são os grandes partidos que os brasileiros reconduzem desde sempre.
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quarta-feira, 19 de novembro de 2014
Recife, Cidade Roubada
Você sabe o que é o projeto Novo Recife? Você já ouviu as argumentações do #MovimentoOcupeEstelita? Pois assista isso:
O Movimento Ocupe Estelita apresenta o vídeo “Recife, cidade roubada”.
Mais uma contribuição para demonstrar a ingerência do capital
imobiliário na política urbana e a urgente necessidade de cancelamento
do Projeto Novo Recife, um empreendimento amplamente prejudicial à saúde
de nossa cidade.
Assista
também:
Ocupe Estelita -
a mídia mostra o que Recife vive?
http://youtu.be/Ruzfds4e3j0
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sábado, 15 de novembro de 2014
Boulos explica Gilmar Mendes
O Guilherme Boulos é formado em filosofia pela USP, professor
de psicanálise e membro da coordenação nacional do MTST (Movimento dos
Trabalhadores Sem-Teto), atua na Frente de Resistência Urbana e escreveu o livro "Por que Ocupamos: uma Introdução à Luta dos Sem-Teto".
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| Foto: Edu Toledo |
Admiro a luta que êle lidera, abdicando das benesses que poderia estar usufruindo, devido à posição da família. Conheci Boulos há mais de 10 anos lutando contra o fisiologismo que tomava conta do partido no qual militávamos. A seriedade e a profundidade como encarava as questões que se apresentavam me deixou uma forte impressão já àquela época. Deixo este artigo que ele publicou na Folha de São Paulo, onde ele soube externar o que nós todos gostaríamos de ter falado desse arremedo de juiz .
Gilmar Mendes e o bolivarianismo
Por Guilherme Boulos, na Folha.
O
ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes, saiu “às
falas” mais uma vez. Na semana passada, o ministro deu uma entrevista à
Folha alardeando o risco de “bolivarianismo” no Judiciário brasileiro.
Afinado,
como sempre, com o PSDB e ecoando as vergonhosas marchas de Jair
Bolsonaro (PP) e companhia, apontou a iminente construção de um projeto
ditatorial do PT, que passaria pela cooptação das cortes superiores. Não
poderia deixar de recorrer ao jargão da moda.
Gilmar
Mendes, todos sabem, é um bravateiro de notória ousadia. Certa vez,
chamou o presidente Lula “às falas” por conta de um suposto grampo em
seu gabinete, cujo áudio até hoje não apareceu. Lula cedeu e demitiu o
diretor da Abin (Agência Brasileira de Inteligência).
Mais
recentemente, o ministro comparou o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) a
um “tribunal nazista” por ter barrado a candidatura de José Roberto
Arruda (PR) ao governo do Distrito Federal. O único voto contrário foi o
dele.
O
próprio Arruda afirmou que FHC –que indicou Mendes ao STF– trabalhou em
favor de sua absolvição. Para quem não se recorda, Arruda saiu do
palácio do governo direto para a prisão após ser filmado recebendo
propina.
Quem
vê o ministro Gilmar Mendes em suas afirmações taxativas e bradando
contra o “bolivarianismo” pensa estar diante do guardião da República.
Parece ser o arauto da moralidade, magistrado impermeável a influências
de ordem política ou econômica e defensor da autonomia dos poderes.
Mas
na prática a teoria é outra. Reportagem da revista “Carta Capital”, em
2008, mostrou condutas nada republicanas de Mendes em sua cidade natal,
Diamantino (MT), onde sua família é proprietária de terras e seu irmão
foi prefeito duas vezes.
Lobbies,
favorecimentos e outras suspeitas mais. Mendes, que questionou o PT por
entrar com ação contra a revista “Veja”, processou a revista “Carta
Capital” por danos morais.
Já
o livro “Operação Banqueiro”, de Rubens Valente, mostra as relações de
Mendes com advogados de Daniel Dantas, que após ser preso pela Polícia
Federal na Operação Satiagraha, foi solto duas vezes pelo ministro em
circunstâncias bastante curiosas. Na época, ele também acusou uma
ditadura da PF, mostrando o que parece ser seu estratagema predileto.
Mais
recentemente, seu nome foi envolvido na investigação da Operação Monte
Carlo, sob a suspeita de ter pego carona no jatinho do bicheiro
Carlinhos Cachoeira, na ilustre companhia do senador Demóstenes Torres,
cassado depois por seu envolvimento no escândalo. Em julho deste ano,
Mendes deu uma liminar que permitiu a Demóstenes voltar ao trabalho como
procurador de Justiça.
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sexta-feira, 14 de novembro de 2014
Maeve fala ao Curta!
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sábado, 18 de outubro de 2014
O PSDB E O SALÁRIO MÍNIMO
O PSDB E O
SALÁRIO MÍNIMO
do Prof.
Lauro Mattei
Em entrevista
recente, Armínio Fraga – indicado para o cargo de Ministro da Fazenda caso o
PSDB vença o segundo turno das eleições presidenciais – fez novos comentários
sobre a questão dos salários no Brasil. Para ele, o salário mínimo cresceu muito
nos últimos anos e está num patamar muito elevado. Mesmo com alguns impactos positivos, é preciso avaliar os
custos dessa política de valorização do salário mínimo. Ou seja, é necessário
frear esse processo em curso. Esta posição é perfeitamente coerente com
posicionamentos do candidato tucano, conforme veremos mais adiante.
Como sabemos,
em 2011 houve um grande debate no Congresso Nacional sobre o tema, vindo a ser
promulgada a Lei nº 12.382, de 25.02.2011. Tal Lei estabeleceu uma política de alorização
do salário mínimo, com regras válidas para o período entre 2011 e 2015. Para
tanto, ficaram claros os diversos mecanismos de reajuste que garantem a preservação
do poder de compra do salário. Com isso, ficou estabelecida a reposição da inflação
(medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) relativa ao ano anterior,
mais um aumento real baseado no percentual de aumento do PIB de dois anos antes.
Por exemplo, o salário mínimo de 2014 foi reajustado pelo INPC de 2013 mais o percentual
de variação do PIB de 2011.
É esse
mecanismo que vem promovendo um aumento do salário mínimo comganhos reais, o
que permite a manutenção e ampliação do poder de compra dos trabalhadores, especialmente daqueles com níveis de renda
mais baixos. Com isso, o salário mínimo – que durante os dois mandatos do
Governo Lula já vinha aumentando seu poder real – foi ampliado durante o
governo Dilma em função da lei anterior. Isso promoveu uma valorização do
salário mínimo de aproximadamente 50% durante o governo atual, comparativamente
ao segundo mandato do governo FHC, quando Fraga era o presidente do BC.
Todavia, cabe
registrar que o candidato do PSDB Aécio votou contra essa lei em 2011, conforme
pode ser verificado nas gravações das sessões do Senado Federal (www.legis.senado.leg/br,
ir na página 4801). Não satisfeito com isso, o PSDB ainda tentou anular essa
lei após sua promulgação, entrando com uma ação de inconstitucionalidade junto
ao STF, pleito que foi negado porque o STF considerou a Lei 12.382 válida e de
acordo com os preceitos constitucionais.
Vejam alguns
dados comparativos básicos. Em 2002, último ano do mandato de FHC e de gestão
do Fraga no BC, o salário mínimo dolarizado correspondia a 86,21 dólares. Já em
2014, último ano do governo Dilma, este valor passou para 304,80 dólares.
Agora, se
considerarmos o valor necessário de acordo com os cálculos do DIEESE, nota-se
que em 2014 o valor do salário mínimo deveria ser de R$ 2.748,22, o que
corresponderia a 3.795 vezes o valor atual (R$ 724,00). Já em 2002 (último ano
do governo FHC) o valor necessário deveria ser de R$ 1.378,19, o que
correspondia a 6.89 vezes o valor daquele ano (RS 200,00). A conclusão
elementar é que a política de valorização do salário mínimo do governo Dilma
reduziu bastante a diferença entre o valor nominal do salário mínimo e o valor
necessário de acordo com os preceitos constitucionais.
Talvez seja
isto que esteja incomodando o candidato tucano e seu estafe. Afinal, mais
dinheiro para o trabalhador assalariado significa maior poder de compra para o
povo e menos dólares para o mercado especulativo, onde o candidato à Ministro
da Fazenda tucano é profundo conhecer e tem atuação preferencial.
É ISSO QUE VOCÊ QUER NOVAMENTE PARA O BRASIL?
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